Skip to content Skip to footer

Plano de manutenção para carrinhas de empresa

Em resumo. Uma carrinha de empresa vai à revisão quando atinge o intervalo do fabricante em quilómetros ou em tempo, o que chegar primeiro, e o uso urbano com carga conta como serviço severo. Os comerciais ligeiros fazem a primeira inspeção periódica aos 2 anos e depois todos os anos, por isso compensa juntar revisão e inspeção na mesma paragem.

Uma carrinha de distribuição passa três vezes pela mesma rua de Matosinhos na mesma manhã. Porta aberta, porta fechada, motor ligado, motor desligado, caixas a subir e a descer. Ao fim do mês, o conta-quilómetros mostra pouco. O desgaste não.

Os comerciais ligeiros são a base de muitas frotas no Grande Porto e são também os veículos que mais facilmente fogem ao plano de manutenção. Quem gere a frota olha para os quilómetros, e os quilómetros enganam.

Quilómetros ou meses, o que chega primeiro

Os fabricantes definem intervalos de manutenção com dois limites, um em quilómetros e outro em tempo. Vale o que for atingido primeiro. Uma carrinha que faz poucos quilómetros por ano em cidade pode nunca chegar ao limite de quilómetros, mas o óleo, os filtros e o líquido de travões continuam a envelhecer.

Num plano de frota, o calendário tem de pesar tanto como o conta-quilómetros. Uma carrinha que ficou dois anos com a mesma mudança de óleo porque andou pouco é uma carrinha com o motor a pagar essa diferença. O inverso também acontece. Carrinhas de longo curso atingem os quilómetros muito antes do prazo e precisam de visitas mais frequentes do que o calendário sugere.

Carga e cidade contam como serviço severo

Muitos manuais distinguem entre uso normal e condições severas. Trajetos curtos, muitas paragens, reboque ou carga frequente perto do máximo entram nesta segunda categoria, e é exatamente assim que trabalha a maioria das carrinhas de distribuição e de assistência técnica.

Nessas condições, o fabricante costuma recomendar intervalos mais curtos para alguns serviços. Nos motores a gasóleo com filtro de partículas, os trajetos curtos impedem a regeneração completa e o filtro de partículas enche mais depressa. A embraiagem sofre com arranques em subida e com o carro carregado. Os travões aquecem mais e gastam-se mais cedo.

O que entra no plano de cada carrinha

  • Óleo e filtros no intervalo mais curto entre quilómetros e tempo, tendo em conta o uso severo.
  • Travões verificados em cada visita, com atenção às pastilhas, aos discos e ao líquido.
  • Pneus com o índice de carga correto, pressão ajustada ao peso habitual e piso acima do mínimo legal de 1,6 mm.
  • Suspensão e amortecedores, que sofrem com a carga e com os passeios e lombas da cidade.
  • Embraiagem e caixa, sobretudo em carrinhas com muitos condutores diferentes.
  • Filtro de partículas e sistema de escape nos motores a gasóleo com uso urbano.
  • Inspeção periódica, que nos ligeiros de mercadorias é obrigatória aos 2 anos e depois todos os anos.

Com esta lista por viatura, o plano deixa de depender da memória de quem conduz e passa a ser previsível para quem gere.

Organizar sem parar a operação

Uma carrinha parada é uma rota que não se faz. Por isso, o plano deve agrupar serviços, aproveitar a mesma visita para a revisão, a verificação de travões e a pré-inspeção quando as datas se aproximam, e escalonar as viaturas para que nunca parem duas ao mesmo tempo.

Um calendário com as datas de revisão, inspeção e troca de pneus de cada viatura, revisto todos os meses, dá a quem gere a frota uma visão clara do que vem aí e ajuda a prever custos em vez de os descobrir na fatura.

Ajuda também registar as queixas dos condutores. Um ruído na travagem ou uma embraiagem a patinar, reportados cedo, resolvem-se na visita seguinte. Ignorados, tornam-se uma avaria a meio de uma entrega.

Uma oficina, duas moradas, uma fatura

A Peak Drive trabalha com frotas de ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros de todas as marcas. Tem duas oficinas, na Rua Industrial dos Terços, em Canelas, e na Rua Cegonheira, na Maia, o que permite encaminhar cada carrinha para a que fica mais perto da rota. A faturação é feita em nome da empresa e o orçamento é aprovado antes de qualquer reparação.

Se as viaturas estão em renting, a Peak Drive tem protocolos com gestoras de frota como a Ayvens, a Locarent e a Kinto. A página de manutenção de frotas explica como funciona.

Carrinhas na rua. Custos sob controlo.

Perguntas frequentes

Devo seguir o intervalo em quilómetros ou em tempo?

O que for atingido primeiro. Em carrinhas de uso urbano, é frequente o limite de tempo chegar antes dos quilómetros.

As nossas carrinhas estão em renting, podem ser mantidas na Peak Drive?

A Peak Drive tem protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto. Fale connosco para confirmar o procedimento previsto no seu contrato.

A fatura pode ser emitida em nome da empresa?

Sim. A faturação das viaturas de frota é feita em nome da empresa, com o orçamento aprovado antes de cada reparação.

Quando tem de ir à inspeção uma carrinha de mercadorias?

Os ligeiros de mercadorias fazem a primeira inspeção periódica aos 2 anos após a matrícula e depois todos os anos.

As carrinhas da sua empresa têm um plano de manutenção definido? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

Parcerias
Marcar visita
plugins premium WordPress