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Quanto custa à empresa um dia de viatura parada

Em resumo. Uma viatura parada continua a custar a renda ou a amortização, o seguro e o tempo de quem a conduz, enquanto a faturação que dependia dela para. A maior parte destes custos não aparece em nenhuma fatura. A manutenção planeada, com entradas escalonadas e trabalhos juntos na mesma paragem, é a forma mais simples de reduzir esses dias.

Uma carrinha parada no parque, com as chaves na gaveta e a carga ainda por entregar, continua a custar dinheiro. O seguro corre, a renda do renting corre, o motorista está na empresa à espera. Só a faturação é que parou.

Poucas empresas fazem esta conta com números reais. Quando a fazem, a manutenção planeada deixa de parecer uma despesa e passa a ser a forma mais simples de proteger a operação.

Os custos que se veem

São os primeiros a chegar à contabilidade e os mais fáceis de somar.

  • A reparação em si, muitas vezes mais pesada quando é feita de urgência e sem margem para planear.
  • O reboque, se a viatura ficou imobilizada na estrada.
  • A viatura de substituição, quando o contrato não a inclui ou quando é preciso alugar uma à parte.
  • As horas extra de outro colaborador para cobrir a rota ou as visitas que ficaram por fazer.

Os custos que ficam escondidos

São estes que pesam mais, e raramente aparecem numa folha de cálculo. Um técnico sem viatura não faz as intervenções marcadas. Um comercial sem carro adia reuniões. Uma entrega falhada gera uma reclamação, e um cliente que espera duas vezes começa a olhar para a concorrência.

Há ainda o tempo do gestor de frota ao telefone, a reorganizar agendas, a pedir orçamentos, a falar com a gestora do renting e com o colaborador que ficou apeado. Esse tempo também é custo, e sai de tarefas que podiam trazer valor à empresa.

Há também a imagem. Uma carrinha com o logótipo da empresa parada na berma, com os quatro piscas ligados, é vista por muita gente, e nenhum cliente fica com melhor impressão por causa dela.

Como fazer a conta para a sua empresa

Não precisa de um estudo. Basta uma estimativa honesta, feita uma vez, para cada tipo de viatura. Some o que a viatura gera ou permite gerar num dia normal de trabalho, o custo diário do colaborador que fica sem ela e o custo de a substituir. Depois multiplique pelo número de dias de paragem sem aviso que teve no último ano.

O valor que sair dessa conta é o que está em jogo. Guarde-o. Vai servir de referência sempre que alguém propuser adiar uma revisão para poupar.

O que muda com a manutenção planeada

Uma avaria inesperada escolhe o pior dia. Uma revisão marcada escolhe o dia que dá mais jeito à empresa.

Com um plano, cada viatura entra na oficina segundo os quilómetros e o tempo definidos pelo fabricante, e aproveita-se a mesma paragem para verificar travões, pneus, bateria e luzes. Muitos desgastes que levariam a uma imobilização detetam-se com meses de antecedência. Também é possível juntar a revisão à preparação para a inspeção periódica, que nos comerciais ligeiros é anual a partir do segundo ano, e fazer numa só paragem o que antes exigia duas.

Os condutores ajudam muito neste processo. São eles os primeiros a ouvir um ruído novo, a sentir o pedal diferente ou a ver uma luz no painel. Uma regra simples, a de que qualquer colaborador comunica esses sinais no próprio dia, evita que um pequeno aviso acabe numa imobilização.

O planeamento tem ainda outra vantagem, menos óbvia. Com o histórico de cada viatura organizado, torna-se fácil perceber quais os modelos que dão mais problemas e quais compensam na próxima renovação da frota.

Como a Peak Drive trabalha com empresas

Na Peak Drive tratamos a manutenção de frotas de ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, de todas as marcas, com faturação em nome da empresa. Temos protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, e duas oficinas, em Canelas, Vila Nova de Gaia, e na Maia, o que permite escolher a mais próxima da rota de cada viatura.

Nenhuma reparação avança sem orçamento aprovado. O gestor sabe sempre o que vai ser feito e quantos dias a viatura vai ficar connosco.

Menos paragens. Mais quilómetros faturados.

Perguntas frequentes

Com que frequência devem as viaturas da frota ir à revisão?

Segundo o plano do fabricante de cada modelo, que define intervalos em quilómetros e em tempo. Viaturas que fazem muitos quilómetros chegam lá mais cedo, por isso convém acompanhar a quilometragem de cada uma.

Posso marcar várias viaturas de uma vez?

Pode. Organizamos as entradas de forma escalonada, para que a empresa nunca fique com demasiadas viaturas paradas ao mesmo tempo, e sempre que possível aproveitamos a mesma paragem para juntar trabalhos.

A faturação pode ser feita em nome da empresa?

Sim. As intervenções de frota são faturadas em nome da empresa, com cada viatura identificada.

Trabalham com viaturas em renting?

Sim. Temos protocolos com gestoras como a Ayvens, a Locarent e a Kinto. Antes de marcar, confirme com a sua gestora as condições do contrato de cada viatura.

Sabe quantos dias a sua frota esteve parada no último ano? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

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