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Devolver uma viatura em renting sem penalizações

Em resumo. Na devolução de uma viatura em renting, a gestora cobra os danos que ultrapassam o desgaste normal, segundo o seu manual de devolução, e pode penalizar revisões em falta ou pneus fora da norma. Uma pré-inspeção nos últimos meses do contrato mostra o que compensa reparar antes de devolver. Os critérios variam de gestora para gestora.

Um risco no para-choques, uma jante raspada num passeio, um pneu com o piso no limite. Na rua ninguém repara. Na inspeção de devolução, cada um destes pormenores fica fotografado, medido e registado.

No fim de um contrato de renting, a diferença entre uma devolução tranquila e uma fatura inesperada está quase sempre nos meses anteriores. Para uma empresa com várias viaturas a terminar contrato no mesmo ano, estes valores somam-se depressa.

O que segue é uma orientação geral. Cada gestora tem o seu manual de devolução, com critérios e tolerâncias próprios, e é esse documento que manda. Peça-o com antecedência e confirme sempre os pormenores.

O que a gestora avalia na devolução

  • A carroçaria, com riscos, amolgadelas, pintura e para-choques.
  • As jantes e os pneus, incluindo a profundidade do piso e os danos laterais.
  • Os vidros e as óticas.
  • O interior, com estofos, tablier, cheiros e sujidade anormal.
  • O cumprimento do plano de manutenção, com os respetivos registos.
  • Os elementos entregues com a viatura, como a segunda chave, os documentos, o kit de reparação ou pneu suplente e, nos elétricos, os cabos de carregamento.

A lista varia de gestora para gestora, e algumas incluem também a limpeza exterior e interior ou a presença do livro de manutenção. Quanto mais cedo tiver o manual na mão, mais tempo tem para corrigir o que falta.

Desgaste normal e dano, a linha que decide

Uma viatura com vários anos de uso não tem de voltar como nova. O desgaste normal de utilização é aceite. O que se cobra é o dano, e o manual de devolução costuma definir limites concretos, como o tamanho máximo de um risco ou de uma amolgadela, ou se a pintura foi atravessada até ao primário.

Há situações que quase sempre contam como dano. Para-choques rachados, jantes com marcas profundas, vidros com impactos ou reparações anteriores mal feitas, com diferenças de cor visíveis.

Manutenção em falta e pneus fora da norma

Uma revisão que não foi feita no prazo, ou que foi feita mas não ficou registada, pode dar origem a penalização, porque a gestora não tem como provar o estado mecânico da viatura. Guarde as faturas e confirme que cada intervenção fica no histórico que a gestora consulta.

Nos pneus, o piso mínimo legal é 1,6 mm, mas muitos contratos exigem mais na devolução. Também pode haver regras sobre pneus com a mesma medida e características em cada eixo. Um pneu trocado à pressa por outro muito diferente pode ser motivo de reparo.

Um plano para os últimos meses do contrato

Para quem gere a frota, funciona melhor tratar a devolução como um processo, e não como um dia.

  • Alguns meses antes do fim, confirme a data, os quilómetros contratados e o manual de devolução em vigor.
  • Faça uma pré-inspeção à viatura, com fotografias, para saber o que vai ser apontado.
  • Resolva a manutenção que estiver em falta e confirme o registo.
  • Decida que danos compensa reparar antes da entrega.
  • No dia da devolução, esteja presente ou peça o relatório com fotografias e confirme-o antes de assinar.

Numa frota com muitas viaturas, uma folha simples com a data de fim de cada contrato, os quilómetros e o estado da última pré-inspeção evita que alguma devolução apanhe a empresa desprevenida. Envolva também o colaborador que usa a viatura, porque é quem conhece os pequenos danos.

Reparar antes ou pagar depois

Nem sempre compensa reparar tudo antes da devolução. Depende do que a gestora cobra por cada dano e do custo da reparação. O importante é tomar essa decisão com informação, e não descobri-la na fatura final.

A Peak Drive Auto faz a manutenção de frotas de ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros, com protocolos com gestoras como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, e faturação em nome da empresa. Também fazemos chaparia e pintura, pelo que os pequenos danos de carroçaria podem ser orçamentados e reparados antes da entrega, sempre com orçamento aprovado.

Veja o serviço de manutenção de frotas ou faça a marcação online de uma pré-inspeção. As viaturas podem ser recebidas em Canelas ou na oficina da Maia.

Viatura cuidada. Devolução sem surpresas.

Perguntas frequentes

O que acontece se devolver a viatura de renting com danos?

A gestora avalia os danos segundo o seu manual de devolução e cobra os que ultrapassam o desgaste normal. Os critérios variam entre gestoras.

Compensa reparar os danos antes de devolver a viatura?

Depende do que a gestora cobra por cada dano e do custo da reparação. Uma pré-inspeção e um orçamento ajudam a decidir.

A falta de revisões pode dar penalização na devolução?

Pode. Se a manutenção não foi feita nos prazos ou não ficou registada, a gestora pode aplicar as penalizações previstas no contrato.

A Peak Drive Auto trabalha com viaturas da Ayvens, da Locarent e da Kinto?

Sim. Temos protocolos com estas e outras gestoras de frota e renting, nas oficinas de Canelas e da Maia.

Tem viaturas a terminar o contrato de renting este ano? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

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