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Custo total de uma viatura de empresa e o peso da manutenção

Em resumo. O custo total de uma viatura de empresa, ou TCO, soma tudo o que ela custa enquanto está na frota, da aquisição ou renda ao combustível, seguros, impostos, manutenção, pneus, imobilização e gestão. A manutenção é a parcela que a empresa mais consegue controlar, porque gastar no momento certo evita avarias maiores e dias parados.

Uma carrinha de serviço está parada no parque da empresa, com o capot aberto, à espera de uma peça. O técnico que a conduz ficou no escritório sem ter para onde ir. O cliente que o esperava às nove já ligou duas vezes.

Nenhuma destas coisas aparece na fatura da oficina. E, no entanto, fazem parte do custo daquela viatura. É para isso que serve o conceito de custo total de propriedade, conhecido pela sigla inglesa TCO, que soma tudo o que uma viatura custa à empresa desde que entra na frota até que sai.

O que entra no custo total de uma viatura

Quem gere uma frota olha muitas vezes primeiro para a renda do contrato ou para o preço de compra. É a parcela mais visível, mas está longe de ser a única.

  • Aquisição ou renda, incluindo a desvalorização da viatura ao longo do tempo quando é própria.
  • Combustível ou energia, que depende do percurso, da carga e da forma de conduzir.
  • Seguros, impostos e encargos fiscais associados à viatura.
  • Manutenção preventiva e reparações, incluindo a inspeção periódica.
  • Pneus, com a troca, o alinhamento e o desgaste antecipado.
  • Imobilização, o tempo em que a viatura não trabalha.
  • Gestão administrativa, com marcações, faturas, contactos e controlo de quilómetros.

Algumas destas parcelas são fixas e decidem-se no momento da contratação. Outras variam todos os meses e dependem da forma como a frota é gerida. É nestas que o gestor tem margem.

A manutenção é a parcela que se controla

Uma revisão feita dentro do prazo custa menos do que a avaria que evita. Parece óbvio, mas numa frota com dezenas de viaturas e condutores diferentes basta que algumas falhem a data para os custos subirem. Óleo degradado, travões gastos além do limite e uma correia de distribuição fora de prazo transformam uma despesa prevista numa reparação grande e num carro parado.

Nos contratos de renting, a manutenção costuma estar incluída, mas o tempo que a viatura passa fora de serviço continua a ser um custo da empresa. A Peak Drive tem protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, o que simplifica as autorizações e evita que a viatura fique à espera de respostas.

Pneus, um custo que se mede em milímetros

Os pneus desgastam-se de forma diferente consoante a carga, a pressão e o alinhamento. Uma direção desalinhada ou uma pressão abaixo do indicado gastam um lado do piso muito antes do outro, e o pneu tem de sair antes do tempo. O limite legal de profundidade do piso é de 1,6 mm, mas a aderência em piso molhado começa a baixar bem antes disso. Controlar a pressão e o alinhamento prolonga a vida de cada jogo de pneus e reduz o número de paragens.

Imobilização, o custo que não aparece na fatura

Uma viatura parada custa mesmo sem gastar combustível. Há o condutor sem viatura, o serviço adiado, por vezes uma viatura de substituição ou uma deslocação extra de outro colega. Nos comerciais ligeiros, que fazem a primeira inspeção aos 2 anos e depois todos os anos, o calendário de paragens previstas é ainda mais apertado.

Reduzir a imobilização passa por três coisas simples. Planear a manutenção para os dias de menor atividade, ter oficinas perto das rotas da frota e ter uma resposta rápida quando surge uma avaria. A Peak Drive tem duas oficinas no Grande Porto, a oficina de Canelas, em Gaia, junto aos acessos da A1 e da A29, e a oficina da Maia, a norte da cidade.

Como baixar o TCO sem cortar na segurança

O objetivo não é gastar menos em cada intervenção. É gastar no momento certo para evitar despesas maiores e tempo parado. Na manutenção de frotas da Peak Drive, trabalhamos com ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros de todas as marcas, com faturação em nome da empresa e orçamento aprovado antes de qualquer reparação. As revisões seguem o plano do fabricante, sem perder a garantia.

Com um parceiro de manutenção estável, o gestor passa a ter um histórico fiável por viatura. E um histórico fiável é a base para decidir quando renovar, que modelos manter e onde está a fugir dinheiro.

Menos tempo parado. Mais quilómetros a trabalhar.

Perguntas frequentes

O que é o TCO de uma viatura?

É o custo total de propriedade, a soma de tudo o que uma viatura custa à empresa durante o tempo em que está na frota. Inclui aquisição ou renda, combustível, seguros, impostos, manutenção, pneus, imobilização e gestão.

Se a viatura está em renting, a manutenção ainda pesa no custo?

Pesa de forma indireta. A manutenção pode estar incluída na renda, mas o tempo de paragem, as deslocações à oficina e as avarias por falta de prevenção continuam a ser custos da empresa.

A Peak Drive trabalha com viaturas de renting?

Sim. Temos protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, entre outras, e fazemos a manutenção de ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros de todas as marcas.

A fatura pode ser emitida em nome da empresa?

Sim. Nas frotas faturamos em nome da empresa, com orçamento aprovado antes de qualquer reparação, nas oficinas de Canelas e da Maia.

Sabe quanto lhe custa cada dia de uma viatura parada? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

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