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Cinco hábitos dos condutores que baixam os custos da frota

Em resumo. Há cinco hábitos dos condutores que baixam os custos da frota. Conduzir a antecipar, verificar a pressão dos pneus, comunicar logo qualquer aviso, respeitar as datas da manutenção e da inspeção, e respeitar a carga evitando o ralenti. Travagens bruscas, acelerações fortes e excesso de carga gastam mais travões, pneus, embraiagem e suspensão e aumentam o consumo.

Duas carrinhas iguais, compradas no mesmo dia, com o mesmo plano de manutenção e rotas parecidas. Ao fim de alguns anos, uma ainda tem discos de travão com margem e pneus gastos por igual. A outra já passou várias vezes pela oficina com pastilhas no fim, pneus gastos de um lado e uma luz de avaria que andou semanas acesa.

A diferença está em quem vai ao volante. Numa frota, a forma de conduzir e de cuidar da viatura pesa tanto como o modelo escolhido. A boa notícia é que os hábitos que fazem diferença são simples, fáceis de explicar e de partilhar com a equipa. Aqui ficam cinco.

1. Conduzir a antecipar

Travar tarde e acelerar com força gasta travões, pneus, embraiagem e combustível ao mesmo tempo. Um condutor que olha mais longe, larga o acelerador cedo quando vê o semáforo vermelho e mantém distância para o veículo da frente trava menos e com menos força. Nos elétricos e híbridos recupera ainda energia nessas desacelerações. É o hábito com maior efeito no custo por quilómetro.

2. Verificar a pressão dos pneus

Um pneu com pressão abaixo do indicado gasta-se mais depressa nos ombros, aquece mais e aumenta o consumo. Numa viatura comercial com carga, o efeito é maior. Peça à equipa que verifique a pressão uma vez por mês e antes de viagens longas, com os pneus frios, seguindo os valores do fabricante que costumam estar na porta do condutor ou na tampa do depósito. E que olhe para o piso, porque o limite legal é de 1,6 mm e a aderência em molhado baixa bem antes disso.

3. Comunicar logo qualquer aviso

Uma luz no painel, um ruído novo a travar, uma vibração que não existia. O condutor é o primeiro a dar por estas coisas, e muitas vezes o último a comunicá-las. Uma avaria detetada no primeiro dia costuma resolver-se com uma reparação pequena. A mesma avaria ignorada durante semanas pode deixar a viatura imobilizada. Crie um canal simples para estes avisos e deixe claro que reportar é bem-vindo.

4. Respeitar as datas da manutenção e da inspeção

Uma revisão adiada «só mais um mês» é a forma mais comum de uma frota perder o controlo dos custos. Óleo degradado, filtros saturados e uma correia de distribuição fora de prazo são avarias à espera de acontecer. O mesmo vale para a inspeção periódica. Os comerciais ligeiros fazem a primeira aos 2 anos e depois todos os anos. Os ligeiros de passageiros fazem-na aos 4 anos, depois de 2 em 2 anos até aos 8 e a partir daí anualmente. Quando o condutor sabe que a viatura tem data marcada e a entrega a horas, o plano funciona.

5. Respeitar a carga e evitar o ralenti

Carregar a viatura acima do que o fabricante indica sobrecarrega suspensão, travões, pneus e embraiagem. Arrumar mal a carga desequilibra o carro e gasta mais os pneus de um dos lados. Deixar o motor a trabalhar parado durante longos períodos, à espera de um cliente ou para manter o ar condicionado, gasta combustível sem fazer quilómetros e, nos motores diesel, favorece a acumulação de fuligem.

Como pôr isto em prática na empresa

Os hábitos só pegam se forem fáceis de lembrar. Uma forma simples é resumi-los numa folha para cada viatura ou numa mensagem para a equipa.

  • Antecipe as travagens e acelere de forma progressiva.
  • Verifique a pressão dos pneus uma vez por mês, com os pneus frios.
  • Comunique no próprio dia qualquer luz, ruído ou vibração nova.
  • Entregue a viatura na data marcada para a manutenção ou a inspeção.
  • Respeite a carga máxima e desligue o motor nas paragens longas.

Do lado da oficina, a Peak Drive apoia a manutenção de frotas de ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros de todas as marcas, com faturação em nome da empresa, orçamento aprovado antes de qualquer reparação e protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto. Um check-up automóvel periódico ajuda a apanhar cedo o que os condutores não veem. Com a oficina de Canelas, em Gaia, e a oficina da Maia, a frota tem sempre uma paragem perto.

Condução atenta. Frota mais leve nas contas.

Perguntas frequentes

A forma de conduzir influencia mesmo os custos de manutenção?

Sim. Travagens bruscas, acelerações fortes e excesso de carga aceleram o desgaste de travões, pneus, embraiagem e suspensão, e aumentam o consumo. Estes custos repetem-se em cada viatura da frota.

Como posso envolver os condutores sem parecer fiscalização?

Explique o porquê de cada hábito, torne fácil reportar avisos e reconheça quem cuida bem da viatura. Um resumo curto e prático funciona melhor do que um regulamento extenso.

A Peak Drive faz a manutenção de viaturas de renting?

Sim. Temos protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, entre outras, e trabalhamos com ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros nas oficinas de Canelas e da Maia.

A sua frota está a gastar mais do que devia em travões e pneus? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

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