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Elétricos na frota, o que muda na manutenção e nos custos

Em resumo. Um elétrico de frota deixa de ter mudanças de óleo, correia de distribuição e filtro de partículas, mas continua a precisar de revisão aos travões, pneus, suspensão, líquidos, filtro do habitáculo e bateria de 12 volts. As pastilhas duram mais graças à travagem regenerativa, enquanto os discos, por trabalharem pouco, podem ganhar corrosão.

Abra o capô de um carro elétrico e o que falta salta à vista. Não há filtro de óleo, não há correia de distribuição, não há tubo de escape a caminho de um filtro de partículas.

Para quem gere uma frota, esta ausência de peças traduz-se numa pergunta prática. O que continua a exigir manutenção, e onde é que os custos mudam de lugar?

O que sai do plano de manutenção

  • As mudanças de óleo do motor e os respetivos filtros.
  • O kit de distribuição, as velas e o sistema de ignição.
  • A embraiagem, já que a maioria dos elétricos não tem caixa manual.
  • O filtro de partículas, o catalisador e o sistema de escape.

Estas eram algumas das intervenções mais frequentes, e algumas das mais caras, nos carros a diesel que ainda dominam muitas frotas. Com os elétricos desaparecem do plano.

O que continua lá, e o que ganha peso

Um elétrico continua a ser um carro, com peso, suspensão e travões. Alguns pontos exigem até mais atenção.

  • Pneus. O peso da bateria e o binário imediato do motor elétrico aceleram o desgaste, sobretudo com condutores de arranque brusco.
  • Travões. A travagem regenerativa poupa as pastilhas, mas os discos pouco usados podem ganhar corrosão e perder eficácia, por isso continuam a precisar de inspeção.
  • Líquido de travões e líquido de refrigeração, que em muitos modelos também controla a temperatura da bateria de alta tensão.
  • A bateria de 12 volts, que continua a existir e a alimentar os sistemas de bordo.
  • O filtro do habitáculo e a climatização, que trabalham todo o ano.
  • A suspensão e o alinhamento da direção, sujeitos a mais carga.

Há também a parte eletrónica. Atualizações de software, leitura de avarias e verificação do sistema de alta tensão fazem parte da manutenção de um elétrico e exigem técnicos com formação própria.

Onde os custos mudam de lugar

Cada frota tem a sua realidade, mas o padrão repete-se. A manutenção tende a ficar mais leve porque há menos consumíveis. Em contrapartida ganham peso outras rubricas, e o gestor de frota deve olhar para todas antes de comparar motorizações.

  • O carregamento, cujo custo depende muito de onde se carrega, na empresa, em casa do colaborador ou na rede pública.
  • Os pneus, que podem ser trocados com mais frequência e usar medidas específicas para elétricos.
  • A imobilização, quando uma reparação depende de peças ou de técnicos especializados.
  • A formação dos condutores, porque uma condução mais suave reduz o desgaste dos pneus e aumenta a autonomia.

Frotas mistas, uma fase que vai durar

Poucas empresas mudam a frota inteira de uma só vez. O mais comum é ter elétricos nos colaboradores que fazem percursos urbanos, híbridos em funções intermédias e diesel nos comerciais que acumulam muitos quilómetros por ano. Esta mistura complica a gestão, porque cada motorização tem o seu plano de manutenção e, muitas vezes, um contrato de renting diferente.

Ter uma só oficina capaz de tratar viaturas a combustão, GPL, híbridas e elétricas simplifica o dia a dia. Menos fornecedores, faturação em nome da empresa e o histórico de manutenção num único lugar.

Convém também que os condutores saibam o que o painel lhes diz. Um aviso ignorado num elétrico pode imobilizar a viatura tanto como num diesel. Na prática, a manutenção de um elétrico é mais previsível, mas não desaparece.

Como organizar a manutenção com a Peak Drive Auto

A Peak Drive Auto trabalha com ligeiros de passageiros e comerciais ligeiros de todas as marcas, incluindo elétricos e híbridos. Temos protocolos com gestoras de frota e renting como a Ayvens, a Locarent e a Kinto, o que facilita a autorização das intervenções incluídas no contrato. Cada reparação avança só depois de o orçamento estar aprovado.

Conheça as condições do serviço de manutenção de frotas e, para avarias que envolvam sistemas eletrónicos, a área de eletrónica automóvel. As viaturas podem ser recebidas na oficina de Canelas ou na da Maia, conforme a rota dos colaboradores.

Menos peças. Mais atenção.

Perguntas frequentes

Um carro elétrico precisa de revisão?

Sim. Não tem mudanças de óleo, mas continua a precisar de inspeção de travões, pneus, suspensão, líquidos, filtro do habitáculo, bateria de 12 volts e sistemas eletrónicos, conforme o plano do fabricante.

A Peak Drive Auto faz a manutenção de elétricos de frota em renting?

Sim. Trabalhamos com viaturas elétricas e híbridas e temos protocolos com gestoras como a Ayvens, a Locarent e a Kinto.

Os travões de um elétrico duram mais?

As pastilhas costumam durar mais graças à travagem regenerativa. Os discos, por serem menos usados, podem ganhar corrosão, por isso a inspeção continua a ser necessária.

Posso tratar viaturas diesel e elétricas na mesma oficina?

Sim. A Peak Drive Auto trata viaturas a combustão, GPL, híbridas e elétricas, com faturação em nome da empresa nas duas oficinas.

A sua frota já tem elétricos ou vai ter em breve? Marque a sua visita pelo formulário de marcação online ou ligue para a oficina de Canelas, Vila Nova de Gaia (227 121 969, chamada para a rede fixa nacional) ou da Maia (229 421 172, chamada para a rede fixa nacional).

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